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Mercado ABERTURA – 20/05/2020

Mercado ABERTURA – 20/05/2020

Bom dia! As cotações da soja vêm operando em alta nesta quarta-feira na CBOT, enquanto o milho segue pressionado, no lado negativo da tabela e aguardando os números semanais da produção e consumo de combustíveis nos Estados Unidos. AS cotações dos grãos vêm operando dentro da mesma faixa de preços em Chicago nas últimas duas semanas, enquanto operadores aguardam o avanço da safra americana e da demanda chinesa para definição das estratégias de maior prazo.
Enquanto novidades não aparecem, nem baixistas nem altistas vem dando nenhum passo sólido no mercado, o que mantém as cotações em Chicago lateralizadas. O rápido ritmo de exportações de soja brasileira neste primeiro semestre já coloca limitações para a disponibilidade da oleaginosa nos próximos meses, elevando a competitividade da soja americana nos contratos a partir de Julho/20.
No mercado interno brasileiro, a soja segue sustentada pelo câmbio e pela demanda aquecida, enquanto o milho encontra suporte no curto prazo diante de estoques curtos até a entrada da safrinha. Para o segundo semestre, o mercado do cereal merece maior atenção, com risco a demanda interna e maior competitividade externa devendo exercer pressão sobre os preços.
CLIMA – BRASIL
Poucas mudanças nas últimas atualizações climáticas para o Brasil. As chuvas mais expressivas neste final de maio são posicionadas sobre os extremos do país (norte e sul), enquanto toda a porção central se mantém mais seca. Chuvas em bons volumes são projetadas sobre o Paraná, e devem interromper o avanço das perdas produtivas na safrinha do estado. De forma geral, perdas na safrinha já estão consolidadas, mas sua dimensão ainda não está clara ao mercado, que por enquanto ainda precifica uma produção total de milho entre 97-98 milhões de toneladas (Verão + Safrinha).
RECOMENDAÇÃO: Os preços no mercado interno brasileiro seguem dando boas oportunidades de margens na soja 2021, mas para os produtores que já possuem 30% ou mais vendido, o momento é de cautela, com cenário ainda firme para a oleaginosa. No caso do milho, a situação é mais delicada aos preços, com incertezas ainda presentes sobre a safrinha e a demanda no segundo semestre. A maior antecipação de vendas do cereal exige avaliação sobre o fluxo de caixa necessário para os próximos meses, o que deve ser avaliado caso a caso. Consulte seu analista da ARC para eventuais dúvidas ou novas estratégias.

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